Hidrovias do Brasil (HBSA3) tem alta de 44,4% no prejuízo no 1T21 hidrovias do brasil (hbsa3) Hidrovias do Brasil (HBSA3) tem alta de 44,4% no prejuízo no 1T21 HBSA3 hidrovias do brasil

Hidrovias do Brasil (HBSA3) tem alta de 44,4% no prejuízo no 1T21

A Hidrovias do Brasil (HBSA3) reportou prejuízo líquido de R$ 183 milhões no primeiro trimestre de 2021 (1T21). O resultado representa um crescimento de 44,4% em relação ao mesmo período de 2020.

A receita líquida somou R$ 199,6 milhões nos três primeiros meses do ano, baixa de 6,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

As despesas operacionais somaram R$ 28,5 milhões no 1T21, redução de 6,9% na comparação ano a ano.

O resultado financeiro líquido da Hidrovias do Brasil (HBSA3) foi uma despesa de R$ 157,9 milhões entre janeiro e março de 2021, contra R$ 79 milhões de igual etapa de 2020.

Hidrovias do Brasil (HBSA3) vê Ebitda disparar

O Ebitda (lucro antes do juros, impostos, depreciação e amortização) cresceu 12,4 vezes na comparação com igual etapa de 2020, totalizando R$ 59,7 milhões. Confira o balanço na íntegra aqui.

O forte incremento de Ebitda no 1T21, corroborou com a geração de R$ 76,6 milhões de caixa operacional no trimestre, crescimento de 23,5% em relação ao mesmo período de 1T20.

Já a margem Ebitda da Hidrovias do Brasil (HBSA3) alcançou 21,9% no 1º trimestre de 2021, alta de 19,9 p.p. na comparação com igual trimestre de 2020.

Investimentos

A Hidrovias do Brasil (HBSA3) optou por realizar investimentos iniciais mais robustos para o desenvolvimento de ativos de ponta, resultando em CAPEX de manutenção menos representativo.

Além disso, é importante lembrar que a companhia opera em um modal logístico que não exige CAPEX relevante relacionado a manutenção de via. Dito isso, o CAPEX com expansão e manutenção do 1T21, incluindo os valores relacionados a outorga de Santos, foi de R$ 128,2 milhões e apenas 7,0% desse total foi direcionado para manutenção –em linha com o esperado pela Companhia.

O CAPEX utilizado para expansão refere-se amelhorias de estruturas, equipamentos e sistemas, desenvolvimento do projeto inovador de empurradores elétricos e implantação dos projetos de Sal, Santos e início de Porto Velho, que contribuirão como crescimento e geração de caixa adicional a partir de 2022.

A alavancagem financeira da Hidrovias do Brasil (HBSA3), ficou em 4,9x no final de 2021, baixa de 0,9 p.p.

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