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Conasa Infraestrutura pede registro de IPO

A concessionária de Infraestrutura (Conasa) protocolou nesta terça-feira (1) pedido de abertura de capital (IPO).

Para participar da oferta de varejo da Conasa, é preciso investir no mínimo R$ 3 mil nas ações e no máximo R$ 1 milhão.

A operação contará somente com tranche primária – quando novas ações são emitidas e os recursos vão para o caixa da empresa.

IPO é coordenado pelo BTG Pactual (BPAC11), Santander, Itaú BBA, Banco ABC Brasil e Safra.

Confira o prospecto completo aqui.

A Conasa pretende utilizar os recursos da oferta primária para:

  • aporte de capital ou outros investimentos correlatos em novas concessões de infraestrutura;
  • aquisição de participações em concessões de infraestrutura;
  • aporte de capital social ou outros investimentos correlatos em sociedades controladas pela companhia e/ou
    suas coligadas;
  • pagamento para a redução dos passivos atuais da companhia e/ou de suas controladas e coligadas.

Perfil da Conasa

A Conasa é uma plataforma diversificada para desenvolvimento de ativos de infraestrutura, com foco em concessões públicas e Parcerias Público Privadas (PPPs) de saneamento, iluminação pública e rodovias, além de outros serviços correlatos.

Fundada em 2007, a empresa tem sua sede em Londrina, no Estado do Paraná.

Atualmente, a companhia tem operações que incluem o atendimento a 825 mil pessoas em saneamento, a gestão de 283 mil pontos de iluminação e 520 km de rodovias.

As operações da Conasa estão localizadas nas 5 regiões do Brasil, presentes nos estados do Paraná, Mato Grosso, Piauí, Alagoas, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Pará.

O foco principal da Conasa está em concessões de médio porte, setor no qual acredita ter acesso a margens e perspectivas de retorno atrativos.

A empresa acredita ter acesso diferenciado a financiamentos com prazo e custo adequados para suas atividades, que já ultrapassaram mais de R$ 300 milhões em captações nos últimos 5 anos.

Principais ativos da Conasa

Confira abaixo os ativos da Conasa:

  • Águas de Itapema (100% de participação);
  • Sanesalto (100% de participação);
  • Sanema (33,3% de participação via ASB, atingindo 66,7% com a incorporação da Zetta);
  • Águas de Meriti (44% de participação, por meio da Sanesul);
  • Conasa Sanetrat (100% de participação);
  • Urbeluz (50% de participação);
  • Alegrete (Urbeluz detém 90% de participação);
  • Caragualuz (Urbeluz detém 55% de participação);
  • Teresina Luz (33,3% de participação);
  • Luz de Belém (50% de participação, atingindo 75% com a incorporação da Zetta);
  • Via Brasil MT-100 (40% de participação, atingindo 52% com a incorporação da Zetta);
  • Via Brasil MT-320 (40% de participação, atingindo 52% com a incorporação da Zetta);
  • MT-246 (40% de participação, atingindo 52% com a incorporação da Zetta);
  • MarabáLuz (participação direta da CONASA de 20%; Urbeluz detém 55%); e
  • Consórcio FEC.

Indicadores financeiros

A Conasa registrou lucro líquido de R$ 57,7 milhões em 2020, contra R$ 10,3 milhões de 2019 e R$ 3,7 milhões de 2018.

O Ebitda somou R$ 117,1 milhões no ano passado, ante R$ 46,6 milhões de 2019 e R$ 35,3 milhões de 2018.

A receita líquida atingiu R$ 282,6 milhões em 2020, contra R$ 195,5 milhões do ano anterior e R$ 169,6 milhões de 2018.

A dívida líquida da Conasa era de R$ 219,7 milhões no final de 2020, ante R$ 167,2 milhões de 2019.

No final do ano passado, a alavancagem (dívida líquida/Ebitda) era de 2,53 vezes. Um ano antes era de 3,15 vezes.

Conasa: resultados do 1T21

A Conasa lucrou R$ 35,1 milhões no primeiro trimestre de 2021 (1T21), contra R$ 13,7 milhões do mesmo período de 2020.

O Ebitda ficou em R$ 52,7 milhões nos três primeiros meses do ano, ante R$ 28,6 milhões do 1T20.

A receita líquida atingiu R$ 108,9 milhões do primeiro trimestre de 2021, contra R$ 71,4 milhões.

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